quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Garis diplomados no Rio

GOOGLE
Saiu na publicação virtual da Folha de S. Paulo de hoje: O concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio de Janeiro já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo e 3.180 com superior incompleto, segundo a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana). Para participar do concurso, basta ter concluído a quarta série do ensino fundamental. As inscrições terminam amanhã.
- Um absurdo. Mas notem que nenhum jornalista está inscrito porque estes, conforme recomendações do ministro Gilmar Mendes, devem procurar as vagas de cozinheiros.

Surdez do governo

NANI GÓIS
Esta é do deputado estadual Valdir Rossoni, presidente do PSDB estadual, comentando a falta de diálogo que existe com o governo Roberto Requião: "O governo Requião está tão velho, já é o terceiro mandato do atual governador, que já chega as vias da surdez. O governo não ouve mais os anseio da população do Paraná", comentando a respeito da couraça de aço que faz a blindagem do secretário da Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari. Rossoni disse que não espera nenhum resultado da presença do secretário na Assembleia na terça-feira próxima. "A única coisa que eu espero é que o secretário de fato compareça na Assembleia", ironizou.

Abel matou Caim?


Caim ou Abel, afinal quem matou quem? O site pontagrossense "Plantão da Cidade", de autoria do jornalista Luiz Carlos Castilho traz aquilo que já divulguei através do twitter e do facebook, sobre mais um dos tantos escorregões de deputados na Assembleia Legislativa. Para não restar dúvida e para evitar de divulgar o nome do deputado, com o qual tenho problemas pessoais e me recuso a escrever seu nome, aqui vai um print-screen do que o jornalista Castilho publicou em seu endereço virtual. Vale a pena lembrar que Castilho é meu amigo pessoal, mas também é assessor do deputado escorregão.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Escorregão de Romanelli

NANI GÓIS 
Na terça-feira, na Assembleia, o deputado Luiz Cláudio Romanelli, que tem um discurso fervoroso em defesa do governo Requião, derrubou pessoas das cadeiras, quando comentou sobre um ataque a um helicóptero no Rio de Janeiro: "Um helicóptero blindado, foi derrubado.... E CAIU... (Referindo-se a "segurança" no Rio de Janeiro)".  Como diria aquele professor intolerante: Pior se ele fosse derrubado e permanecesse lá, no ar, intacto. Ainda bem que caiu.
Mas Romanelli foi humilde. Ao final da reunião, depois de tomar conhecimento da gafe, que fora publicada na Internet, pediu a palavra se redimiu: "Onde se ouvir foi derrubado e caiu, leia-se foi alvejado e caiu". Só quem ninguém pode ler, mas ouviu.

Desafio de Rossoni a Delazari

O deputado estadual e presidente estadual do PSDB, Valdir Rossoni desafia o secretário Luiz Fernando Delazari a apresentar a palestra sobre segurança do Paraná, a mesma que ele fez na Escola de Governo, na terça-feira passada, no Bairro Uberaba, em Curitiba. "Se não apanhar pode ter certeza que tem a aprovação do seu trabalho na Segurança Pública", disse Rossoni. Para quem não sabe, o Uberaba foi o bairro onde ocorreram o toque de recolher dos bandidos e a chacina com 8 mortes, inclusive uma criancinha de cinco meses. Delazari está com presença marcada para terça-feira, dia 27, na Assembleia Legislativa para esclarecer como consegue não dar segurança ao povo do Paraná com um orçamento gigantesco, como já divulgou. Com a presença na Escola de Governo na terça-feira passada, Delazari usou a estratégia para esvaziar a presença na Assembleia. E falalmente ele vai estender o espaço de exposição para diminuir o tempo de pergunta dos parlamentares. Tudo para evitar ter que responder o que não que esclarecer.

Plano Nacional de Educação

DIVULGAÇÃO
O vereador Zé Maria (PPS) participará nesta quinta (22) e sexta (23), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, do Encontro Regional da Região Sul para discussão do Plano Nacional de Educação. Zé Maria, que é presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara de Curitiba, foi convidado a participar da mesa de abertura dos trabalhos e representará a Casa na discussão das normas que serão apresentadas sobre o tema, para mobilizar nacionalmente a sociedade em torno do novo Plano Nacional de Educação, indicando metas e estratégias para os planos municipais e estaduais.
Discussão - “O estímulo ao debate centrado na busca da universalização da educação básica e a construção de uma síntese escrita que possa ser incorporada ao novo Plano Nacional de Educação serão os objetivos deste encontro com relevante importância no cenário atual”, ressalta Zé Maria.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Demonstração de eficiência

SECS
O deputado Luiz Cláudio Romanelli está tentando levar o secretário Delazari a Assembleia Legislativa sem convocação, mas através de um acordo. Dias antes ele até estimulou a votação livre dos seus colegas de situação, mas agora muda o discurso e quer negociação. Já começa a dizer que esta convocação é uma questão de vaidade de alguns oposicionistas e que o governo não vai alimentar esse posicionamento. Romanelli ao que soa, teria recebido um "pito" muito grande do governador Requião e agora está agindo conforme a vontade do "chefe". O que não dá para entende é a tamanha resistência que se faz a presença do secretário para esclarecer questões públicas. Essa couraça de aço em cima de Delazari tem um cheiro horroroso.

Grave perseguição

NANI GÓIS
O deputado Mauro Moraes disse há pouco na Rádio Band News que foi perseguido como parlamentar pelo PMDB. E que a situação foi grave porque ele foi destituído da função de presidente da Comissão de Segurança durante uma sessão. "Ninguém pode fazer nada a não ser o que o Romanelli disser". Ele colocou como exemplo o engavetamento da questão da aposentadoria dos ex-governadores, que até agora não foi votado e vários outros. "O líder do governo não deixa prosperar aquilo que é de interesse da sociedade e estava intranquilo dentro do PMDB. Agora no PSDB "voto a favor do governo quando for de interesse do povo e serei contra projetos que não beneficiem a sociedade paranaense".

Ferimento perigoso

Do http://www.sponholz.arq.br/  para o blog:


Versão para ferimento de Lula não convence

Teria sido uma queda, com um copo à mão, o que provocou o corte no dedo indicador esquerdo do presidente Lula, e não – como divulgou o Palácio do Planalto, sem informar detalhes – um “acidente”, quando ele supostamente tentava consertar uma torneira na suíte em que se hospedou, no luxuosíssimo Grand Hotel de Estocolmo, Suécia, cuja diária custa R$ 4 mil. O ferimento foi profundo, exigiu cinco pontos. A luxuosa suíte Princesa Lullian, do Grand Hotel, tem dois quartos, cinema, sauna e bar (epa!) privativos, biblioteca (???) e jacuzzi.

Cláudio Humberto 10/10/09 00:00 http://www.claudiohumberto.com.br/

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Isso não está cheirando bem


Saco sem fundo

Na entrevista de segunda-feira na Band News o vice-governador Orlando Pessuti, por mais que não queira, repetiu Requião nas duas últimas eleições. Ele prometeu, ao seu modo, que vai acabar com o pedágio ou vai conseguir que ele abaixe o preço. Por ironia do destino, no mesmo dia, na Assembleia Legislativa os deputados começaram uma nova investida contra o pedágio pela cobrança "na calada da noite" dos eixos suspensos de caminhões. Não quero ser pessimista, mas imagino que não será desta vez que haverá um acerto entre Governo e Concessionárias. A propósito sobre estes pedágios mais baratos que surgiram ultimamente, é bom dar uma olhadinha em http://www.pedagio.org/ pra ver que a realidade é triste também nestes casos. Eu acho que esta questão de pedágio é um túnel sem saída.

PMDB fala em estelionato

NANI GÓIS
O PMDB reclama assédio de outros partidos sobre suas figurinhas carimbadas. O deputado Waldyr Pugliesi, presidente estadual e líder do PMDB na Assembleia Legislativa, chamou a situação de "o golpe do bilhete premiado da política, que na prática consiste em transformar os incautos em otários". E no seu jeitão rabugento, Pugliesi alerta que "tudo não passa de uma espécie de 171 político", referindo-se ao Artigo do Código Penal sobre o estelionato. “Eles são cooptados pelo vendedor do bilhete com o argumento de que no PMDB não conseguirão se eleger”, relatou Pugliesi.

Valorosos parlamentares

O Senado aprovou um aumento salarial de 5% para os integrantes dos Tribunais superiores (STF, STJ, TST, STM etc.). A proposta passou antes na Câmara dos Deputados. Com o reajuste, cada ministro passará a receber imediatamente R$ 25,7 mil por mês, a partir de fevereiro do ano que vem, R$ 26,7 mil. Um senador brasileiro custa em termos reais mais de três vezes o que custa um senador chileno para o contribuinte daquele país e cerca de 8,4 vezes o que pesa um senador francês no bolso do cidadão ao qual serve. Cada deputado brasileiro, por sua vez, custa para o cidadão duas vezes mais do que seu correspondente norte-americano, 5,5 vezes mais do que um alemão, seis vezes mais que um francês e 6,5 vezes mais do que um britânico.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A sombra do seu olhar

“Vou embora”, diz,
pisando nas terras de solidão
em que me transformei.
“Te faço sofrer”.

Lá fora as flores abrem-se
em pétalas noturnas.

Se pudesse lhe mostraria o céu,
derramaria no tapete dias existidos
dos tempos em que fomos felizes.

A sombra do seu olhar.

Urgências de um novo amor,
revolta em ter-me ao lado,
a alma dividida.

Peço que fique num fio de voz.
Mais um pouco, mais um dia,
mais uma vez.

Aquiescência.

A madrugada avança,
os bares estão fechados.

Amor migra,
ave em desespero,
paixão alucinada.

Sem sossego
sei que virá a temida hora
a qualquer hora...

Vazio da noite, abismo,
meu medo,
a sombra do seu olhar.

Zeca Corrêa Leite

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A avó

A noite toda ouvi sinos tocarem em meu sono
e na penumbra dos espelhos manchados
refletiu-se a nostalgia em ouro das velas silenciadas.
Minha avó desmanchava as longas tranças
deixando os cabelos caírem até a cintura,
nem inteiramente brancos ou escuros,
passagem lenta da vida para a palidez do esquecimento.
Ela passava o pente num ritual solene, interminável,
indiferente ao soar dos sinos atormentados na demência.
Plangiam em badaladas de dor a morte de um pobre ente,
tocavam festivos saudando dias de guarda e de festa,
marcavam insones as horas no correr das madrugadas.
Os sons atravessavam minh’alma como lanças chamejantes
carregadas de imagens de vivos e de mortos,
e minha avó, distraída, penteava os longos cabelos
que se perdiam na escuridão da noite.
Fios ondulados porque eternamente postos em tranças
que ela trazia presas junto a nuca.
Minha avó morava numa casa
que cheirava a flores e velhice,
e conforme soprava o vento, mais nitidamente se ouvia
o bater do sino da igreja, anunciando a passagem do tempo,
chamados para a missa, a lentidão dos passos
dos homens piedosos que levavam seus mortos
para serem enterrados, revezando-se em carregar os caixões.
O bater compassado do metal misturava-se aos passos
dos vultos silenciosos, como se fosse uma coreografia
de susto e de dor, gemidos e ais abafados.
Lá ia a procissão vestida de luto, e o vento que vinha frio
trazia outros dias e chuvas, manhãs ensolaradas,
missas dominicais, quermesses juninas,
a agonia de Nosso Senhor Jesus Cristo
e o lento passar das horas...
Minha avó passava o pente nos cabelos da noite
despencando estrelas que rolavam entre a cama e o toucador,
cantava canções imemoriais e as almas das crianças mortas
atravessavam o quarto, adormecidas,
embaladas pelo veludo da voz.
De pé, ao lado do guarda-roupa, eu olhava muda para a cena,
absorta em sonhos e espantos,
quedada pelos mistérios e fantasias.
Era um momento único, sem antes nem depois, eu ali posta
testemunhando luzes siderais, páginas dos livros
concluídos.
Quem me dera o olhar vazado das criancinhas,
pontas das estrelas sangrando as palmas de minhas mãos.
Perfumes das flores entontecidas deixavam doce o ambiente
e minha avó, indiferente ao mundo que
despertava à sua volta,
penteava os cabelos ouvindo ao longe o sino que tangia
histórias de sombras e de luz.
Maquinalmente anestesiada,
a velha refazia as longas tranças,
repetindo um gesto que vinha dos tempos de moça,
quando os sonhos ainda eram maleáveis
como os fios brilhosos, cheios de vida.
Clarões passavam esparsos em seus olhos
os momentos em que cenas do passado
ganhavam a força do presente.
Quais segredos seriam aqueles que a faziam contrair o cenho
num esgar de apreensão e sofrimento?
Que amores contrariados medravam espinhos em sua alma
acostumada a raízes tão profundas nos solos esquecidos?
De que morins e tafetás vinham os cheiros de panos
que inundavam o ar sereno do quarto em penumbra?
(Canções desprotegidas adormeciam entregues,
silenciadas nos lábios cerrados e finos.)
Procissões passavam pela rua mal iluminada,
os hinos soavam chorosos e tristes,
arcos de flores colocadas no sereno
circundavam o andor de Maria Santíssima Nossa Mãe,
piedosa Maria das dores do Filho Morto
e os fiéis se confessando ao padre:
“perdoa-me porque pequei”.
Naqueles repousos de noites quentes e apascentadas,
essas almas pesadas de medo e luz
cantavam para os santos em busca de perdão.
O sino batia no alto do campanário
pondo fim aos atropelos do coração,
trazendo sono aos viventes,
derramando chuvas de quietude e paz.
Só a lua caminhava esquecida no céu
e os cães latiam sem graça trincando o silêncio.
Meu peito cobria-se de retalhos e espantos:
a avó, numa estranha marcação com o bater do sino,
prendia as tranças com grampos enormes e parecia
varar a densidade dos fios entrelaçados penetrando-os
na rigidez da cabeça.
Queria esconder os olhos daquela visão terrível,
ocultá-los sob meus braços,
chorar até que a última gota de sangue
secasse no vestido. A cada batida do sino,
um novo grampo;
a cada grampo a cegueira da dor que me atingia.
O grito mudo correndo em mim e eu olhando impassível
a imolação da avó, mãos geladas, boca seca,
feridas em sua cabeça.
Desvario de momentos, asfixia, desespero
e, lá fora, a noite diluindo-se em paz entre luzes e sombras.
As velas crepitavam, mirando-se
no espelho manchado de velhice
e eu me via refletida nessa sarabanda de ouro e penumbra:
os olhos profundamente tristes,
poços de solidão e perguntas,
a pele muito pálida, ausência de um porto seguro.
O sino refugiava-se trêmulo no tormento de sua demência
E, indiferente a tudo, silenciosa, igual a um fantasma
minha avó tirava do pente fios de cabelos emaranhados,
e para o céu jogava, piedosa, as estrelas caídas no chão.

Zeca Corrêa Leite

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Um dia sem carro

LATINSTOCK
Estou dando aqui uma de Gladimir Nascimento, rebuscando alguns velhos comentários que fazia nos tempos de O Estado do Paraná. Esse foi até engraçado pois colocou o prefeito da época, Cássio Taniguchi, numa situação que ele criou para o povo, mas que não experimentou. Chamava-se "um dia sem carro" para diminuir o tráfego no centro da cidade. E eu indagava:

E o bacana... vai andar de ônibus?

O nosso leitor Marco Guimarães, foi curto e grosso ao definir o chamado “Dia sem carro”, proposto pelo prefeito Taniguchi para o dia 22 de setembro: “Isso parece piada de português, porém só poderia ser idéia de japonês... Atitude simplesmente ridícula!”. E ele está coberto de razão.
Duvido que o prefeito Taniguchi, vereadores, deputados, juizes e outros notáveis abrirão mão de seus carrões importados, com vidro fumê, blindados e da segurança pessoal para sair de casa a pé.
Imagine que seja um daqueles dias chuvosos, que o Taniguchi saia de casa com uma ou duas horas de antecedência, de guarda-chuva, capa e da indefectível galocha. Sim porque ele não vai querer molhar os pezinhos nas nossas esburacadas calçadas. E imagine depois ele no primeiro ponto de ônibus, abrigado nesses mostrengos recém criados, com reclames publicitários. Fica esperando um, dois, três, quatro ou cinco amarelos, verdes, vermelhos, passando. Entra no primeiro que leva para o Centro Cívico. Mas erra, ao invés da porta da frente, entra pela do meio. O cobrador lhe dá uma bronca:
- E daí seu bacana! Não está acostumado com ônibus. Desce e entra pela porta certa. É a da frente!
Passa um carão, corre o risco de ser vaiado e se espreme entre os pobres viventes, respingando água nos que estão sentados e levando empurrões dos mal educados.
Na hora de pagar, tira da recheada carteira uma nota de R$ 50 e recebe outra bronca do cobrador!
- Não tenho troco! Vai ter que esperar!
O cheiro de suor, misturado com o de “cachorro molhado” se espalha pelo ar. E vai chegando gente, apertando cada vez mais. O motorista dá uma pisada no acelerador porque está atrasado e no sacolejo pelas ruas esburacadas da cidade lá vai o “cata osso” revivendo o cotidiano dos seres comuns. Isso se o coletivo não furar um sinal (afinal ônibus não é multado mesmo!) e se envolver num acidente ou não atropelar um ciclista na canaleta (eles andam irregulares até nos dias de chuva!).
Pelo meio do caminho vão entrando o juiz, o vereador, o deputado e toda a galera de ilustres, vivendo o “dia sem carro”.
Tenho certeza que ele vai se arrepender logo que chegar na porta de casa e olhar para a chuva forte que está caindo.
Fazer lei ou ter idéias para os outros cumprirem, é uma delícia. Agora, sentir na pele o problema do povo é que são elas.
Melhor é pegar o carrão importado, cercar-se de todas as garantias e segurança para evitar balas perdidas, o cheiro do povo, o sacolejar pelas ruas mal cuidadas e outras tantas que vivem os que votam.
Quem é votado prefere os privilégios do poder a sentir na carne o quanto é difícil morar numa cidade onde as idéias dos bacanas fluem como cascata para influenciar a vida das pessoas.
E eles chamam a cidade de Capital Social. Como social é o empurra-empurra das filas da previdência; social é a demora para ser atendido nas repartições públicas; social é a burocracia; social é o hospital ou posto de saúde, onde se morre sem ser atendido; social é o desemprego que cresce dia-a-dia; social é a segurança que não antecipa o crime; social é a violência das balas perdidas dos nossos bairros; social é o xixi no cantinho do tapume por falta de banheiros públicos; social é a calçada irregular que provoca fraturas nos menos avisados e até os pontos de ônibus e tapumes irregulares que invadem a calçada do pedestre.
Osni Gomes

Anatel altera planos de canais no Paraná

LATINSTOCK
Através do Ato 4.967, de 27 de agosto de 2009, a superintendente-executiva, Simone Scholze, aprovou alterações nos planos básicos de Distribuição de Canais de Televisão em VHF e UHF (PBTV), de Retransmissão de Televisão em VHF e UHF (PBRTV) e de Televisão Digital (PBTVD) para o estado do Paraná. As propostas de alterações foram submetidas à apreciação da sociedade, pela Consulta Pública 20, de 1º de junho de 2009. O ato foi publicado na edição desta segunda-feira (31) do Diário Oficial da União. As entidades executantes do Serviço de Transmissão de Televisão e do Serviço de Retransmissão de Televisão nos canais que tiveram características técnicas alteradas pelo PBTV e pelo PBRTV têm 90 dias para apresentar ao Ministério das Comunicações a documentação necessária à regularização de suas novas condições de operação.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Xuxa abandona o Twitter

Xuxa resolveu dar um tempo no Twitter. Ela não gostou dos comentários da galera sobre os erros de português da pequena Sacha, segundo a colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo. Na  terça-feira, dia 25, Xuxa postou vários comentários sobre o início das gravações do filme "Xuxa e o Mistério da Feiurinha",  que apresenta a filha, Sacha, como protagonista. Sasha escreveu no Twitter e errou o português. Recebeu várias críticas. "Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir...vou fazer uma sena (sic) com a cobra", postou a filha da apresentadora. Xuxa defendeu a filha e disse que Sasha erra o português por que foi alfabetizada em inglês. "Queria falar com as pessoas, mas mexeram com o que tenho de mais precioso: Sasha", disse a apresentadora.
- Xikérrimo... alfabetizada em inglês!!!

"Recepção culinária"

Jornalistas, professores, estudantes e simpatizantes:
Nossa vez chegou!
Nesta sexta-feira, 28, às 17 horas, vamos nos concentrar em frente ao Tribunal de Justiça no Centro Cívico para manifestação contra a decisão do Supremo Tribunal Federal que acabou com a obrigatoriedade do diploma para a profissão de Jornalista.
Participe com a gente de mais uma recepção calorosa a Gilmar Mendes, que está enfrentando protestos da categoria em todas as regiões do país. Bem como ele merece!!
Vista preto e vá com toda a sua indignação! O nariz de palhaço e apito é por conta do Sindijor-PR.
Todos são bem vindos!
Para mais detalhes acesse o blog http://acordajornalista.blogspot.com/

No Rio Grande do Sul, jogaram mate na cara desse corrupto. Aqui no Paraná deveríamos recebê-lo com LEITE QUENTE!

As balzaquianas do zoo

CSPMC
A idade vai avançando e a gente vai se apegando a notícias que falam de planos de saúde, de aposentadoria, de terceira idade e tudo o que se refere com os "anos da experiência". O que era velho vira novinho e até se conforma quando alguém pergunta a tua idade e sai com aquele consolo: "nossA, como você está conservado!". Sinal dos tempos, implacáveis. Mas tudo isso é para justificar, não a minha idade, imaginem! É para chamar a atenção de todos para uma matéria genial publicada pela Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba, enfocando os animais de terceira idade do Zoo de Curitiba. Lá existem uma chimpanzé, uma girafa e uma tamanduá-bandeira, que digamos, ficaram "balzaquianas" e já estão sentindo o peso dos anos. O texto é delicioso e o assunto melhor ainda. Veja aqui a matéria completa.